quarta-feira, 21 de novembro de 2012

DEUS AMA VOCÊ



Este título nos foi inspirado ao visualizar, bem ao lado do objetivo deste blog – “Conscientização de Deus em Nós” – quando acessado no Google, um pequeno anúncio com os dizeres que encimam o artigo: “Deus Ama Você”. Verificamos tratar-se de uma organização evangélica internacional divulgando um plano de salvação para o homem, segundo as tradições cristãs evangélicas. Congratulamo-nos com seus dirigentes pelo esforço e dedicação em ajudar irmãos de jornada, visando à sua libertação deste emaranhado mundo de concepções, de incertezas e ilusões humanas. Mas somos todos, indistintamente, filhos do Altíssimo, da mesma Fonte Doadora da Vida!
Deus ama você, e muito mais do que nós, cristãos, possamos imaginar; muito mais do que nos foi ensinado através de prédicas e sermões nos púlpitos dos mais variados credos religiosos nesses dois mil anos de Cristianismo. Fizeram-nos crer num Deus que castiga e que deserda; que premia e que condena a seu bel-prazer, e chegamos ao ponto de não saber se devemos “temer a Deus” ou “temê-lo”, quando o vemos quase irado contra seus próprios filhos através de todo o livro chamado sagrado dos cristãos.
A Bíblia possui filigranas douradas, formas sublimes e poéticas de revelar e transmitir Verdades Eternas. Haja vista as Bem-aventuranças – em Mateus 5:1a12 – proferidas pelo Mestre Jesus: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos Céus” (Não se confunda humildade com subserviência. Humildade é Virtude e Poder Divinos). E também lá está, singela e magnificamente enaltecido e decantado pelo Apóstolo Paulo – em 1º Coríntios 13 – o Puro Amor Divino: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.” E mais ainda: “O Senhor é meu pastor; nada me faltará”; ”Os céus proclamam a Glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos”; “Sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo”; “Pois misericórdia quero e não sacrifício; e o conhecimento de Deus mais do que holocaustos”; “A Fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem”, e tantos e tantos outros versículos e passagens que bem expressam o lado divino da Bíblia, que nos fortalecem a Fé, alentam nosso ânimo, dinamizam nossa autoestima.
Mas, permeando todas estas e outras jóias de real valor inspirativo, há na Bíblia passagens com terríveis vaticínios e condenações que nos infundem medo e perplexidades, enfocando reiteradamente o lado sombrio da vida; condenações inaceitáveis que fazem parte de um livro considerado sagrado. (Veja-se, por exemplo – se alguém achar digno ou proveitoso de ser lido – “Os Castigos da Desobediência” em Levítico 26, versículos de 14 em diante, que achamos melhor não transcrever pela energia claramente nefasta de suas terríveis afirmações.)

E NINGUÉM, ACENDENDO UMA CANDEIA, A PÕE EM OCULTO,
NEM DEBAIXO DO ALQUEIRE, MAS NO VELADOR, PARA QUE
OS QUE ENTRAM VEJAM A LUZ. (Lucas 11:33)

Como podemos nós, cristãos, irradiar a Luz que realmente todos nós somos, se ostensiva e permanentemente nos mantemos envoltos pelas trevas de degradantes condenações; pelo constante lembrar e relembrar de maldições e castigos espirituais, ensinamentos que fazem parte de um livro chamado sagrado, e que efetivamente bloqueiam a ampla e espontânea abertura de nossa Consciência Crística? Como costumam afirmar os cristãos evangélicos: “Tudo que não é bênção, é maldição”.
Há muitíssimas exceções, mas quantos de nós temos alisado bancos de templos e igrejas por temer castigos eternos que nos foram incutidos, lembrados e relembrados durante toda nossa vida? Quantos de nós – também há muitíssimas exceções, é claro – abrimos os nossos bolsos para atender a obras assistenciais; para contribuições e mais contribuições financeiras, visando, às vezes inconscientemente, obter compensações, retribuições divinas; o abrandamento de penas ou punições por faltas cometidas – os famigerados pecados – em que nos fizeram impiedosamente acreditar, imperdoáveis ou quase imperdoáveis? E lá está escrito: “Misericórdia quero, e não sacrifício”. Complexos de culpa e de autopunição, sub-repticiamente infernizaram e nos infernizam a vida, minando-nos a autoestima, o amor próprio, a autovalorização. E as doenças – males físicos, mentais e espirituais – todas elas consequentes e filhas do medo, complicam ainda mais o nosso viver. Não há dúvida de que céu e inferno são estados de consciência.
Sabemos que é difícil, muito difícil mesmo, cristãos, principalmente evangélicos, entenderem e aceitarem que tudo isso é inteligentemente orquestrado, sagazmente estruturado por seres que não têm emoções e sentimentos – deste e do outro lado da vida – com o fim de nos controlar e dominar, e que se acham e se sentem mesmo “donos” dos seres humanos. Foram eles os responsáveis por intuírem governantes e religiosos a alterarem ou modificarem textos sagrados, a fim de suscitar todo tipo de dúvidas e descrença; arrefecer e desestimular anseios de burilamentos espirituais; estimularem tendenciosidades, sectarismos e fanatismos diversificados; de não nos deixar sentir que tudo aquilo de que nós julgamos precisar, para nossa evolução espiritual, já se encontra no âmago de nossos próprios corações.
Dos sete bilhões de seres humanos que vivem hoje na Terra, aproximadamente 25 por cento deles se dizem “cristãos”, porém, lá está escrito: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos Céus.” Mas a grande maioria dos que se dizem cristãos não sabem, pois não lhes foi ensinado qual a real vontade do Pai, nem a maneira como se sintonizar com a Vontade Divina. E isso só se consegue com pureza d’alma e de coração, sem tendenciosidades, sem preconceitos e sem julgamentos, independentemente de crenças filosóficas ou religiosas. Façamos um autoexame quanto às nossas potencialidades e probabilidades de sintonia com a Vontade Divina.
Deus é Amor, e Amor Incomensurável. Jamais decretou castigos temporários ou eternos para seus filhos. Nós mesmos é que, inconsciente ou conscientemente, nos castigamos por nossa quase completa ignorância quanto às coisas divinas; por sermos permanentemente conscientizados de que não passamos de “míseros pecadores” e de que, por nossos inúmeros pecados, “fomos destituídos da glória de Deus”, e isso nos soa como lavagem e inserção cerebral. Esquecemos ou nos fizeram esquecer que “somos todos filhos do Altíssimo”, e que fomos criados à Sua Imagem e à Sua Semelhança em Essência; que emanamos da mesma Fonte – o Criador Primordial, o Pródigo e Infinito Doador do Puro Amor Universal. Todos nós, indistintamente, como seus filhos, somos portadores do que poderíamos chamar de DNA Divino – elo de pronto identificável e indestrutível entre criatura e seu Criador.
É estranho mesmo que passemos toda nossa vida mendigando favores divinos, quando nossas preces ou afirmações deveriam ser sempre de gratidão pela infinidade de bênçãos recebidas em toda nossa vida, se não vivêssemos nos lamuriando, atrelados ou manietados por conceitos conflitantes, preconceitos ferrenhos e fanatismos que nos levaram a esse estado de subserviência a ditames e ordenanças religiosas dos mais incongruentes tipos, e tudo isso não é de Deus. Talvez, pelo fato de ter-se criado um Deus quase inacessível, grande parte dos fiéis, de determinados grupos religiosos, preferem recorrer a seus chamados santos – que não devem nem querem ser adorados – por lhes conhecerem o perfil de almas boníssimas e caridosas enquanto viviam na Terra.
Parece-nos que as lideranças cristãs se preocupam muito mais em evidenciar os defeitos humanos do que enaltecer as Virtudes Divinas. Este octogenário não é versado em qualquer ciência, nem possui sequer um título ou diploma universitário. Mas, usando a própria lógica e a razão humanas e o que afirma a Neurolinguística – “ciência que trata das relações entre a linguística e a estrutura cerebral”; entre o pensar, sentir e falar – de há muito se chegou à conclusão de que “o homem é aquilo que pensa”, e se lhe fizeram crer num Deus com atitudes e decisões tão drásticas e temíveis, que podemos esperar como resultante do medo, desse medo transparente que envolve a maioria dos cristãos? O Mestre Jesus nos mostrou o caminho afirmando: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”, mas não nos isentou de “aprender a andar com nossos próprios pés”, de assumirmos nossas múltiplas responsabilidades perante a vida e de nos relacionarmos fraternamente com nossos irmãos. A máxima das máximas do Cristianismo por Ele deixada, o “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”, de há muito não faz quase parte do viver humano. A Pureza e a Grandiosidade do Cristianismo Nascente foram avassaladoramente transmudadas, fato que não pode ser de forma alguma contestado.
Os cristãos, até hoje, não se aperceberam e não sabem o quanto o Mestre Jesus, seus apóstolos e todos quantos se envolveram com a Dispensação Crística, expandiram suas consciências nesses dois mil anos, e vivem de recordações, a folhear e folhear páginas de um livro que, apesar de ensinamentos divinos, foi escrito e reescrito, e sofreu decréscimos e acréscimos, segundo interesses escusos de governantes e grupos religiosos, até que o livro sagrado chegasse às mãos dos cristãos protestantes. Todos esses fatos podem ser facilmente confirmados; já fazem parte da história bem conturbada de nosso Planeta.
O Mestre Jesus, numa de suas canalizações já postadas no blog, nos diz que, naquela época, não havia mídia nem câmaras de vídeo para registrar “in loco” fatos e acontecimentos como verdadeiramente ocorreram, e que muitas informações registradas na Bíblia são contraditórias, e muitos relatos de sua vida foram distorcidos, pois foram transmitidos por terceiros e em diferentes épocas. Os profetas e sensitivos cristãos de hoje podem acessar o chamado “Livro da Vida”, também conhecido como “Registros Akáshicos”, onde estão minuciosamente registrados todos os acontecimentos de nosso Planeta e deste Universo Infinito.
Em postagem anterior – O Que Não Foi Revelado aos Cristãos – inúmeras informações nos dão a entender que o Mestre Jesus não foi crucificado; se casou com Maria Madalena e tiveram três filhos, o último deles nascido no ano 44 d.C., e existe mesmo uma imensa árvore genealógica de seus descendentes. Como é confortante, reconfortante mesmo saber que o Mestre Jesus não foi submetido à ignonímia da cruz! E como ficam agora os expositores, ministros, pregadores e fiéis religiosos ao afirmarem que “O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado”, se não houve derramamento de seu sangue, e muito menos na cruz?
Como temos dito através deste blog, há um controle terrível, deste e do outro lado da vida, sobre a maneira de viver dos humanos, principalmente no campo religioso. E se não acordarmos, vamos continuar sendo controlados e explorados. Esses seres literalmente se alimentam do medo emanado através do psiquismo humano. É difícil mesmo para nós, humanos, entendermos tamanha aberração e desrespeito, mas o fato é que isso realmente acontece.

O CONCEITO DE SALVAÇÃO

Pode ser chocante saber, principalmente para cristãos evangélicos, que não existe um Messias coletivo. São palavras do Mestre Jesus em recente mensagem, já postada neste blog com o nome de “Sistemas de Crença e Ascensão: Não Olhem Para Trás”:
“Agora chegamos ao conceito de Messias ou da ideia de que existe um ser que salvará o Planeta. Partindo do ponto de vista de vocês, o conceito é de que o Messias deveria salvar o mundo. Eu lhes digo que há um líder da Ascensão. Pode ser que ele não esteja de acordo com sua concepção do que seja um Messias. Vocês podem achar que a melhor maneira de um Messias agir é descer miraculosamente, sacudir uma varinha de condão e, de repente, transformar tudo. Os maus morrem e vão para o inferno. Os outros subirão em espaçonaves. Talvez seja a concepção de vocês. Não estou criticando. Estou dizendo que esta é uma visão que parte do seu ponto de vista. Lembrem-se de que vocês não têm as informações necessárias de como deveria ser o Messias.”
“Qual seria o bem geral para todo o planeta? Mesmo aqueles que não estão na Luz não deveriam ser privados do seu carma. Qual a essência do significado do Messias? Quer dizer que alguém deve salvar uma pessoa de suas próprias experiências? Será que as pessoas podem contornar o carma e ir diretamente para dimensões superiores sem que precisem passar pelo débito cármico? E se eu dissesse que isso é possível com a minha ajuda? Cada um de vocês tem dentro de si a capacidade de ser seu próprio salvador.
São palavras do Mestre Jesus, que nos dão a entender que ninguém salva ninguém neste mundo. Temos a capacidade e a honra de salvar a nós mesmos com a ajuda do Mestre Jesus, dos Anjos e dos Arcanjos, de miríades de Irmãos e Amigos Interdimensionais, que prazerosamente nos suavizam o caminho e nos estimulam a dinamizar nossa Vontade e Determinação para o lapidar de nossas Almas e corações. Os cristãos jamais tiveram ideia de suas reais potencialidades divinas e do quanto somos realmente amados.
Como dissemos, fácil é se constatar que muitos trechos bíblicos e lideranças cristãs se preocupam muito mais em evidenciar os defeitos humanos do que as Virtudes Divinas. Radical e tendencioso é o versículo em Marcos 16:16: “Quem crer e for batizado será salvo; quem porém não crer será condenado”. Pela maneira serena e fraterna com que o Mestre Jesus proferiu a máxima: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”, não endossaria afirmações tão contundentes e profundamente tendenciosas; de julgamento sumário, de tamanho desamor.
Inúmeras canalizações (mensagens) de Seres Interdimensionais (Jesus, os Apóstolos, Anjos e Arcanjos, Eloim, seres desta e de outras galáxias, são chamados de Seres ou Irmãos Interdimensionais) nos certificam de que aproximadamente um terço dos habitantes de nossa humanidade – usando a terminologia cristã – alcançarão o “Reino dos Céus”, a Nova Jerusalém, situada na quinta dimensão, onde começa a reinar a Perfeição – o Puro Amor Divino.
Vinte e cinco por cento, um quarto da humanidade terrena se diz cristã. Mas o versículo em Mateus 7:21 afirma que: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos Céus”. Simplesmente usando a lógica e a coerência humanas (não estamos aqui a julgar quem quer que seja) mas a título de exemplificação, convenhamos, também um terço dos cristãos será agraciado com a “salvação”. Um terço de 7 bilhões de seres humanos correspondem a aproximadamente 2 bilhões e 300 milhões de candidatos à “promoção espiritual”. 25 por cento de almas “que se dizem cristãs” correspondem a aproximadamente 1 bilhão e 800 milhões. Um terço de candidatos cristãos, que serão provavelmente “aprovados”, correspondem a 600 milhões de almas. (Tudo isso é conjectura para chegarmos a um ponto desejado.)
Deduzindo-se 600 milhões de 2 bilhões e 300 milhões, 1 bilhão e 700 milhões serão almas advindas de muitas outras religiões e credos religiosos espalhados pelo mundo, e mesmo seres humanos que não têm religião alguma, mas com pureza d’alma e de coração. Desse 1 bilhão e 700 milhões, nenhum deles “foi batizado”, segundo as tradições evangélicas, nem fazem parte da chamada “Congregação dos Justos” do livro sagrado dos cristãos, e surpreendentemente, para os que professam as doutrinas cristãs, também “serão salvos”. “Não julgueis para que não sejais julgados”. E “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 2:29).
As Verdades Divinas e Eternas chegaram aos seres humanos da Terra através de diferentes Mestres da Sabedoria Divina e por diversificados livros também chamados sagrados, sempre visando ao aperfeiçoamento espiritual dos fiéis, segundo características raciais, morais, psíquicas, existenciais e espirituais como povo, em diferentes épocas. E esses livros sagrados não ensinavam ou exigiam “batismos” na forma cristã. Talvez haja mesmo, quem sabe, rituais simbólicos, mas, não há dúvida, de que todos esses Mestres da Sabedoria Divina revelaram, deram a entender a esses povos, talvez com outra ênfase e outras palavras, mas com o mesmo significado, o que o Radiantíssimo Mestre Jesus tão brilhantemente expressou: o Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”.
Quem sabe se não muitos seres humanos que hoje se dizem “ateus” nesta vida, que, por não se recordarem ainda de vivências anteriores em que estiveram envoltos na Luz, “se dizem ateus” por se sentirem quase aterrorizados com o que vêem e o que sentem no mundo de hoje – mundo de quase total falsidade – em que muitos expoentes representativos dos vários segmentos da sociedade e, infelizmente, do mundo religioso, estão envolvidos em diversificados tipos de corrupção moral e ideológica, e mesmo, em nome de Deus, praticam os mais revoltantes atos de improbidade moral e espiritual. Mesmo se dizendo “ateus”, dignamente se mantêm com pureza d’alma e de coração.
Como dissemos em postagem anterior – Que Esperam os Jovens no Mundo de Hoje?: “Os jovens que nasceram a partir do início dos anos 80, não se submetem a regimes despóticos; a proibições e ordenanças e a ditames religiosos (Se houver dúvidas, lhes perguntem). Eles trazem vivências, experiências anteriores; inteligência bem mais apurada, mas não têm, neste mundo conturbado e pouco confiável de hoje, alguém que lhes ajude a recordar vivências sadias passadas”. (Aqui ninguém é obrigado a acreditar em vidas sucessivas, em que já vivemos outras vidas). Mas complementando o que dissemos, perguntamos agora: Quem ou o que lhes irá satisfazer anseios de suas Almas quanto ao que é transcendental – do que está além dos cinco sentidos físicos – do que chamamos Divino, sem ameaçá-los com castigos eternos? Pelo fato de serem mais inteligentes e portadores de diversificadas experiências anteriores de vida que as gerações posteriores, sem alguém ou algo que lhes direcione os passos na vida, correm o sério risco de serem levados por caminhos pouco ou nada saudáveis. Acima está a pergunta, e quem se digna a respondê-la?
Para a maioria dos cristãos evangélicos – e mesmo para membros de sua família, talvez inconscientemente – este octogenário provavelmente seja rotulado de blasfemo, ou quem sabe, até mesmo sacrílego ou profano, por não se submeter aos cânones evangélicos e por revelar aquilo que não lhes foi ensinado e nem aprovado pelas cúpulas religiosas, informações que certamente os ajudariam a acordar desse sono profundo. Mas o tempo certamente será testemunha do que veementemente afirma.
No mundo da tridimensionalidade, nossas mentes humanas não têm condições de avaliar, de definir o Indefinível, e essa é a razão de nossas concepções equivocadas a respeito de Deus. Deus, para nós, ainda em nosso estado evolutivo, é para ser sentido no eterno AGORA, a cada instante de nossas vidas, independentemente de templos e igrejas; de filosofias e religiões. Deus simplesmente É. Deus simplesmente é a nossa razão de Ser e de Existir, e é para ser sentido no âmago, no mais profundo recôndito de nossos corações. Temos que nos sentir inteiramente à vontade ao sentir a Presença de Deus, e não como nos foi até agora ensinado sobre um Deus “existindo” e habitando no distante “Reino dos Céus” que, pelas nossas limitadas concepções religiosas e cosmológicas, está situado em lugar ainda incerto ou indeterminado, quase perdido neste Universo Infinito.
Jamais nos esqueçamos que somos plena e infinitamente amados pelo Altíssimo – a Eterna Fonte de Toda a Vida – sem reservas, sem recriminações e condenações. Ele sabe que, todos nós, indistintamente, alcançaremos a angelitude, mas aqui “temos que aprender a andar com nossos próprios pés” – é Lei Divina – com Sua ajuda, e também com a prestimosa ajuda de nossos Irmãos e Amigos Interdimensionais deste e do outro lado da vida.
Por que não repetir, e repetir realmente sentindo, a qualquer momento que desejarmos, serena e prazerosamente a afirmação abaixo?

EU SOU A PRESENÇA DE DEUS, AQUI E AGORA!
EU SOU A PRESENÇA DE DEUS, AQUI E AGORA!
EU SOU A PRESENÇA DE DEUS, AQUI E AGORA!
(Quantas e quantas vezes desejar sentir)

Mas, apesar de todos os percalços da vida, todos nós, crédulos ou incrédulos, religiosos ou não religiosos, indistintamente, somos filhos do mesmo Pai – ontem, hoje e eternamente – somos todos filhos do Altíssimo, e por Ele imensuravelmente amados. Somos todos, indistintamente, entendamos ou não, aceitemos ou não, Luz Divina em maior ou menor intensidade, dependendo do grau de nossa Fé, e Fé Iluminada, a Fé a que se refere o Apóstolo Paulo.
Por que não integrarmos, em nosso viver diário, o constante pensar e sentir de afirmações positivas e edificantes, ao invés de nos castigar e nos martirizar com negatividades? Lá, no livro que consideramos sagrado, também está imponentemente escrito: “Sois deuses, sois todos todos filhos do Altíssimo!
Por que não nos apropriar de uma ou algumas dessas afirmações e torná-la(s) nossa(s) companheira(s) durante todo o dia, a fim de comprovarmos nossa sensibilidade, nossa interação ou sintonia com as Verdades Divinas? Jamais esqueçamos: céu e inferno – um ou outro – pode ou não se manifestar dentro de nós mesmos, mas a decisão e a escolha, por esses diferentes estados de consciência, são sempre nossas.
Eis as afirmações. Escolhamos aquela(s) de maior sintonia para o momento.

EU E O PAI SOMOS UM!
EU SOU A PRESENÇA DE DEUS EM AÇÃO!
EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA!
EU SOU LUZ DIVINA!
EU SOU LUZ, EU SOU TODO LUZ!
EU SOU O AMOR DIVINO QUE SE MANIFESTA ABUNDANTEMENTE EM MINHA VIDA!
O PAI É EM MIM, O PAI É EM MIM, O PAI É EM MIM... (Quantas vezes o desejar)
O PAI ME AMA, O PAI ME AMA, O PAI ME AMA... (Quantas vezes o desejar)
EU SOU A PERFEIÇÃO DE AMAR!

* * * * * * * *
Saudando-os na Luz Que todos nós somos,

                        Milton Almeida

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