quarta-feira, 21 de novembro de 2012

QUE ESPERAM OS JOVENS NO MUNDO DE HOJE?





Os jovens que nasceram a partir do início dos anos 80 não se submetem a regimes que lhes pareçam despóticos; a proibições e ordenanças e a ditames religiosos. Em geral eles trazem diversificadas experiências de vida e inteligência bem mais aguçada que as gerações subsequentes, mas não têm, neste mundo conturbado e nada confiável de hoje, alguém que lhes ajude a recordar vivências passadas. Já os mais idosos, em sua maioria – claro que há muitíssimas exceções – se não se tornaram totalmente descrentes, se refugiam em templos e igrejas, por terem sido, em toda a sua vida, impiedosamente ameaçadas com castigos temporários ou eternos. Talvez se achem ali melhor protegidos, seguros.
O medo, esse medo terrível, os impede de se alçarem em busca de lugares mais seguros e saudáveis para aquietarem suas almas combalidas. Não sabem que esses lugares se acham bem próximos – no âmago, no mais profundo recôndito de seus corações. Ali está ancorado o Deus Que todos nós somos, esperando, pacientemente esperando que a Luz se faça em nossas mentes para consentir que Ele se expanda e evolua em nós. É a Lei. O Deus Que habita em cada um de nós, e Que somos nós mesmos, respeita o nosso livre arbítrio. Ele sabe que o homem, inexoravelmente, tende à angelitude, independentemente de tempo e espaço e da variedade de caminhos percorridos. Afinal, temos que aprender a andar com nossos próprios pés. E, se não mudamos, nada vai mudar.
Assim está a nossa juventude, sem melhores perspectivas de vida, sem reais lideranças que lhes possam direcionar um caminho seguro; alguém que lhes apresente uma plataforma, um menu com programas coerentes e seguros cujas diretrizes os levem ao esperado e merecido sucesso a que têm direito em suas vidas; assim estão os menos jovens, e os idosos, quase destituídos de esperanças, mas ainda esperando que algo de bom, seja lá o que for, aconteça em suas vidas.
E o que dizer sobre as Crianças Índigo e Cristal? Difícil de serem entendidas, impossível de serem dominadas. Elas já trazem o selo da liberdade estampadas em suas testas. Seus pais devem se perguntar: de que mundos vieram estas crianças? Mas, no mundo conturbado em que vivemos, elas não nos parecem perdidas, pois se impõem por suas características de crianças índigo e cristal. Não se intimidam com nada, pois já espantaram o medo de suas vidas antes mesmo de aqui chegarem. São verdadeiros rolos compressores sobre a paciência já quase esgotada daqueles que têm a honra de com elas conviver. Em sua maioria portadoras de elevada bagagem de conhecimentos e de experiências divinamente saudáveis. Pela maneira como se portam, para essas crianças índigo e cristal, os adultos lhes parecem crianças. Seus pais que o digam.
Elas serão indubitavelmente lideranças seguras da Nova Era, hábeis construtores da Nova Jerusalém, dignos instrutores da humanidade da Nova Idade de Ouro que desponta e está a ponto de se manifestar em toda a face do Planeta, e bem antes do que possamos imaginar.

Milton Almeida

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