Os
jovens que nasceram a partir do início dos anos 80 não se submetem a regimes
que lhes pareçam despóticos; a proibições e ordenanças e a ditames religiosos.
Em geral eles trazem diversificadas experiências de vida e inteligência bem
mais aguçada que as gerações subsequentes, mas não têm, neste mundo conturbado
e nada confiável de hoje, alguém que lhes ajude a recordar vivências passadas.
Já os mais idosos, em sua maioria – claro que há muitíssimas exceções – se não
se tornaram totalmente descrentes, se refugiam em templos e igrejas, por terem
sido, em toda a sua vida, impiedosamente ameaçadas com castigos temporários ou
eternos. Talvez se achem ali melhor protegidos, seguros.
O
medo, esse medo terrível, os impede de se alçarem em busca de lugares mais
seguros e saudáveis para aquietarem suas almas combalidas. Não sabem que esses
lugares se acham bem próximos – no âmago, no mais profundo recôndito de seus
corações. Ali está ancorado o Deus Que todos nós somos, esperando,
pacientemente esperando que a Luz se faça em nossas mentes para consentir que
Ele se expanda e evolua em nós. É a Lei. O Deus Que habita em cada um de nós, e
Que somos nós mesmos, respeita o nosso livre arbítrio. Ele sabe que o homem,
inexoravelmente, tende à angelitude, independentemente de tempo e espaço e da
variedade de caminhos percorridos. Afinal, temos que aprender a andar com
nossos próprios pés. E, se não mudamos, nada vai mudar.
Assim
está a nossa juventude, sem melhores perspectivas de vida, sem reais lideranças
que lhes possam direcionar um caminho seguro; alguém que lhes apresente uma
plataforma, um menu com programas coerentes e seguros cujas diretrizes os levem
ao esperado e merecido sucesso a que têm direito em suas vidas; assim estão os
menos jovens, e os idosos, quase destituídos de esperanças, mas ainda esperando
que algo de bom, seja lá o que for, aconteça em suas vidas.
E o
que dizer sobre as Crianças Índigo e Cristal? Difícil de serem entendidas, impossível de serem
dominadas. Elas já trazem o selo da liberdade estampadas em suas testas. Seus
pais devem se perguntar: de que mundos vieram estas crianças? Mas, no mundo
conturbado em que vivemos, elas não nos parecem perdidas, pois se impõem por
suas características de crianças índigo e cristal. Não se intimidam com nada,
pois já espantaram o medo de suas vidas antes mesmo de aqui chegarem. São
verdadeiros rolos compressores sobre a paciência já quase esgotada daqueles que
têm a honra de com elas conviver. Em sua maioria portadoras de elevada bagagem
de conhecimentos e de experiências divinamente saudáveis. Pela maneira como se
portam, para essas crianças índigo e cristal, os adultos lhes parecem crianças.
Seus pais que o digam.
Elas serão
indubitavelmente lideranças seguras da Nova Era, hábeis construtores da Nova
Jerusalém, dignos instrutores da humanidade da Nova Idade de Ouro que desponta
e está a ponto de se manifestar em toda a face do Planeta, e bem antes do que
possamos imaginar.
Milton
Almeida
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